Ás vezes precisas de te fechar entre quatro paredes e chorar vezes sem conta até aliviar a dor. Ás vezes precisas de ouvir as músicas que só te fazem pensar ou até mesmo recordar. Ás vezes precisas de te deixar dominar por um amor que não te parece dar certo mas que te faz feliz. Ás vezes precisas de deixar que o teu coração decida o que a cabeça não sabe escolher. Ás vezes precisas de pedir para ir á casa-de-banho para não chorares em público. Ás vezes precisas de ser radical e deixar para trás as roupas velhas que possuem grandes memórias. Ás vezes precisas de perder para deixar os outros saborear o doce gosto da vitória. Ás vezes precisas de esquecer. Ás vezes precisas de conquistar. E se te disser que hoje só preciso de ti, acreditas ?
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
Tu, sempre tu.
Quando olho ao meu redor e nada me preenche, quando me perco na multidão, quando acordo, quando me deito, quando não me sinto, quando procuro, quando tento esquecer, quando digo "não" e só quero dizer "sim", quando preciso, quando o meu coração grita bem alto "quero-te", quando me fecho entre quatro paredes, quando tento afastar-te de mim e dos meus pensamentos, quando escrevo. És tu a razão, és tu que me prendes a ti. E eu, eu não te consigo largar.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Dias contados.
"Após estes meses todos sem te sentir, sem saber o que fazer , deixar-te para que fosses feliz sem mim, os dias continuam a amanhecer igual aos demais dias, mas com uma infinidade de coisas diferentes nas entrelinhas.
Os teus dias, mudaram os meus dias. "
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Não saber
"Trancar o dedo numa porta, dói. Bater com a cabeça na quina de uma mesa, dói. Mas o que dói mesmo, é a saudade. Saudade do gosto que nao se saboreia mais. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Podias até ficar na sala e eu no quarto, sem nos vermos, mas sabiamo-nos lá. Podias ir para o dentista e eu para a escola, mas sabiamo-nos onde. Podias ficar o dia sem me ver, eu o dia sem te ver, mas sabiamo-nos amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade, é não saber. Não saber se ele continua a usar o mesmo perfume. Não saber se frequenta os mesmos sitios, se evita as mesmas pessoas. Não saber se ele tem cuidado de si. Não saber se ele deu a mão a alguém. Não saber se ele quer outra pessoa. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos. Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento. Não saber como secar as lágrimas diante uma música. Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é aquilo que senti enquanto te escrevia isto, e provavelmente o que estas a sentir ao leres (...)"
Saudade, é não saber. Não saber se ele continua a usar o mesmo perfume. Não saber se frequenta os mesmos sitios, se evita as mesmas pessoas. Não saber se ele tem cuidado de si. Não saber se ele deu a mão a alguém. Não saber se ele quer outra pessoa. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos. Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento. Não saber como secar as lágrimas diante uma música. Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é aquilo que senti enquanto te escrevia isto, e provavelmente o que estas a sentir ao leres (...)"
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
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