quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Go back.

Quando estás demasiado apaixonado para esquecer, não desistas, pois se não tentares nunca vais saber o quanto vales. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Dias contados.

"Após estes meses todos sem te sentir, sem saber o que fazer , deixar-te para que fosses feliz sem mim, os dias continuam a amanhecer igual aos demais dias, mas com uma infinidade de coisas diferentes nas entrelinhas.
Os teus dias, mudaram os meus dias. "

Happened.




sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Não saber

"Trancar o dedo numa porta, dói. Bater com a cabeça na quina de uma mesa, dói. Mas o que dói mesmo, é a saudade. Saudade do gosto que nao se saboreia mais. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Podias até ficar na sala e eu no quarto, sem nos vermos, mas sabiamo-nos lá. Podias ir para o dentista e eu para a escola, mas sabiamo-nos onde. Podias ficar o dia sem me ver, eu o dia sem te ver, mas sabiamo-nos amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade, é não saber. Não saber se ele continua a usar o mesmo perfume. Não saber se frequenta os mesmos sitios, se evita as mesmas pessoas. Não saber se ele tem cuidado de si. Não saber se ele deu a mão a alguém. Não saber se ele quer outra pessoa. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos. Não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento. Não saber como secar as lágrimas diante uma música. Não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é aquilo que senti enquanto te escrevia isto, e provavelmente o que estas a sentir ao leres (...)"

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A última gota.

Somos uma gota de água num oceano. Mas o oceano não estaria completo sem a última gota.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

love passenger

Quando andamos distraídos há sempre aquele bandido estupido que nos ataca, que nos distrai, que nos rouba o pensamento. No fundo, até nos trás uma boa sensação: conforto, desejo, carinho. A cabeça fica direccionada para uma unica direcção, tal como o coração. E quando não há nada para fazer, o tempo é preenchido pelo pensamento. Surgem as musicas romanticas, os textos um tanto ou quanto pirosos, a expressividade no olhar. Mais tarde, os encontros, os gestos marcantes, o beijo ideal. Por fim, o desfecho da história. E quando esse bandido volta a atacar, apercebemo-nos que foi uma viagem sem movimento, uma ilusão que não deixa arrependimento, mas sim nostalgia. É amor passageiro.

sexta-feira, 25 de março de 2011

desconforto da dor

É tão fácil dizer que está tudo bem, que a chuva não me molhou, que o vento não me levou, que não senti frio, que não faltei aos meus compromissos. Que chorei, apesar de não sentir dor. Mas no fundo minto. Sinto necessidade de ocultar a dor, ela é uma lição que nunca quis aprender. Mas a dor, não é totalmente minha, ela vem da dor que sentes, e me transmites por te fazer senti-la. Gosto demasiado de ti, e mais do que gostar de ti, gosto de nós. Mas por vezes, gostar só não chega. A dor não desaparece, não torna o amargo no doce. Ela permanece, lenta, triste, feroz e teima em não passar (...)
Percorro a tua estrada na esperança que este aperto passe, mas perco-me dentro de ti; cada lágrima no teu rosto, deixa-me desconfortável; quando te escondes, eu grito para o mundo; quanto estás longe, sou estátua. Somos duas mentalidades idênticas e dois futuros cruzados.